O que é
Ciência a favor do seu sorriso
A ozonioterapia é reconhecida pelo Conselho Federal de Odontologia como recurso auxiliar em odontologia, pela Resolução CFO 166/2015. Utiliza o ozônio (O₃), forma instável do oxigênio produzida em consultório por um gerador a partir de oxigênio medicinal.
A ação acontece por oxidação: o ozônio rompe a parede celular de bactérias, fungos e vírus, que não possuem as enzimas antioxidantes que protegem as células do nosso corpo. Isso explica a seletividade da técnica, que age sobre o microrganismo preservando o tecido saudável. Não gera resistência bacteriana, ao contrário do que ocorre com o uso repetido de antibióticos.
Na prática, aplicamos em três formas conforme o caso: gás, direto na cavidade ou na bolsa periodontal; água ozonizada, para irrigação e bochecho; e óleo ozonizado, para uso tópico prolongado em feridas e aftas.
Ação antimicrobiana ampla
Age por oxidação sobre bactérias, fungos e vírus, sem gerar resistência bacteriana.
Sem dor e sem corte
Aplicação localizada, de poucos minutos, sem anestesia na maioria dos casos.
Cicatrização mais rápida
Aumenta a oxigenação local e estimula a reparação dos tecidos após cirurgia.
Menos desgaste do dente
Como complemento, favorece preparos mais conservadores em lesões iniciais.
Controle da sensibilidade
Auxilia no tratamento da hipersensibilidade dentinária pós-procedimento.
Menos antibiótico
Em casos selecionados, reduz a necessidade de antimicrobiano sistêmico.
Indicações
Descubra se você pode se beneficiar
É recurso complementar, nunca substituto do tratamento principal. A indicação sai da avaliação individual, considerando o quadro clínico e o histórico de saúde.
- Lesões de cárie inicial, com controle microbiano antes da restauração
- Gengivite e periodontite, aplicado dentro das bolsas periodontais
- Aftas, herpes labial e lesões da mucosa bucal
- Pós-operatório de extração e de cirurgia periodontal
- Desinfecção complementar dos canais no tratamento endodôntico
- Hipersensibilidade dentinária e halitose de origem bucal
- Peri-implantite, inflamação nos tecidos ao redor do implante
- Candidíase oral e estomatite sob prótese removível
- Alveolite, a inflamação do alvéolo após extração
Tire suas dúvidas
Perguntas frequentes
sobre ozonioterapia
As dúvidas que mais aparecem antes da primeira aplicação. Se a sua não estiver aqui, é só chamar no WhatsApp.
A ozonioterapia odontológica é reconhecida?
Sim. O Conselho Federal de Odontologia reconhece a ozonioterapia como recurso auxiliar em odontologia pela Resolução CFO 166/2015, desde que aplicada por cirurgião-dentista habilitado e como complemento ao tratamento, nunca como substituto.
Como o ozônio age sem prejudicar o tecido saudável?
Bactérias, fungos e vírus não possuem as enzimas antioxidantes que protegem as células do nosso corpo, como a catalase e a glutationa. Por isso o ozônio rompe a parede celular do microrganismo enquanto o tecido saudável permanece preservado. É essa seletividade que sustenta a técnica.
A aplicação dói?
Não. É um procedimento localizado, de poucos minutos, sem corte e sem necessidade de anestesia na maioria dos casos. Alguns pacientes relatam apenas um leve formigamento durante a aplicação do gás.
Substitui o antibiótico?
Não substitui, mas em casos selecionados reduz a necessidade. A decisão é clínica e considera o quadro. Uma vantagem do ozônio é não gerar resistência bacteriana, o que pode ocorrer com o uso repetido de antimicrobianos.
Quantas sessões são necessárias?
Depende do quadro. Uma lesão inicial pode responder em uma aplicação, enquanto o tratamento de bolsas periodontais costuma exigir sessões ao longo do plano periodontal. O número é definido na avaliação.
Existe contraindicação?
Sim. A principal é o deficit de glicose-6-fosfato desidrogenase, condição hereditária que altera a defesa antioxidante das hemácias. Gestação, hipertireoidismo não controlado e uso de determinados medicamentos também exigem avaliação prévia, por isso o histórico de saúde é levantado antes.
A ozonioterapia pode ser para você
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